Todos os artigos de Sidnei

A Casa do Sol apresenta…

A Casa do Sol Nascente é como um sítio, um parque onde podemos navegar entre as salas, como se fosse um centro cultural onde temos uma livraria / biblioteca (Sala de Leitura), uma galeria de arte, rádios com os mais variados gêneros de música, uma sala de cinema, uma de História em Quadrinhos, de humor, de poesia em verso que poderia caber também na sala de leitura. E por fim uma sala de meditação para uma pausa para um encontro com o poder superior de cada um, tão necessário para o nosso equilíbrio espiritual e emocional, em tempos de insegurança, que estressa e produz ansiedade.

Tem o Blog (Sala de redação) onde uma vez ou outra expresso minha opinião sobre algum assunto que acho relevante para a manutenção da boa ordem  moral e dos bons costumes vigentes.

Tem o livro ( Canção Para Iara), parte dele, onde minha vida é narrada em prosa e verso e onde pude ir buscar mais fundo respostas  para aquelas  questões metafísicas que mais cedo ou mais tarde afetam qualquer paisano que habite este planeta que são basicamente : Quem sou, de onde eu vim,  para  onde vou, e o que que eu estou fazendo aqui. Não necessariamente nesta ordem.

A entrada e franca e sempre será. Nem mesmo é exigido inscrição e ou cadastro para receber notificações de atualização das páginas o que é menos uma coisa para ficar poluindo os ouvidos de vocês. Se gostarem salvem nos seus sites  favoritos, coloquem o ícone na sua tela inicial, assim vocês entram quando quiserem e não porque apareceu uma postagem nas redes sociais que eu só habilitei duas para compartilhar:  O Face e o Zap .

Enquanto tomava o café pensei que o post de hoje seria sobre música, e me veio logo muitos temas à cabeça mas quando fui pra sala de redação encontrei o início deste texto de ontem inacabado. Resolvei então dar um fechamento.

O post de música está indo pro forno. Um post de cada vez. Se gostarem deixem um comentário. A opinião de vocês será sempre de grande valia para manter a minha auto estima alta e em evolução. Mas se não quiserem por inibição de falarem em público, o meu apreço e amizade não será afetado.

Cunhados

Cunhados

Todo mundo já ouviu a expressão: – Cunhado não é parente e deve ter nascida quando alguém quis dizer:  – Não chega junto ou não tem o mesmo sangue;  o que não significa a mesma coisa porque em muitas famílias a regra não se aplica, simplesmente porque não e uma ciência exata. Quer dizer não pode ser aplicada em humanos.

Alguém já disse, e acho que fui eu, em uma postagem no face, provavelmente no dia do aniversário de um dos meus cunhados, que cunhado bom é aquele que você dorme com a irmã dele. 

Outra expressão muito ouvida é de que família não se escolhe, somos inseridos no seio familiar, dizem alguns, de maneira aleatória, outros, de modo programado e aqui chego em uma das minhas palavras favoritas: Configurações.

O aniversariante do dia que há alguns anos deixou de ser o funcionário do mês em uma grande multinacional é um dos meus cunhados favoritos e não foi por ter sido avalista do meu primeiro apartamento alugado; e apesar de sempre ter passado uma imagem de mal humorado e estressado .

E aqui eu encerro como queria demonstrar, que cunhado, como família, não se escolhe, se aceita, e apesar de todas as nossas imperfeições vamos aprendendo a lidar e amar as novas configurações. MELLO + WYSE.

Parabéns! MM.

Crônicas Coloradas

Teria sido muito mais digno ter ficado no zero a zero do que ter que assistir ao goleador do time elevado ao TOP 10 (por esta mídia tendenciosa e nociva que adora criar celebridades para sustentar a audiência) bater o pênalti daquele feitio que estamos acostumados a ver aquele outro irresponsável chamado Neymar , bater.

Terá sido a influência da seleção?

Pior do que esta segunda onda que se anuncia da pandemia, vai ser ter que ver este time jogar deste jeito que não tem adjetivo para descrever e nem vou atribuir mais aquele horroroso uniforme todo vermelho (minha superstição) , dos maus resultados que virão.

Colorados preparem vossos corações pras coisas que virão a ser cantadas, senão daqui a pouco corremos o risco de enlouquecer de vez e sair por aí cantando o hino dos azuis: ”…até a pé nos iremos com o Inter onde o Inter estiver.”- Vade retro.

Que os deuses do futebol calem minha boca e o time volte a honrar o manto colorado.

PS: Comentários vindo dos azuis serão bloqueados.

Vamos falar sobre drogas? Cap.II

O cinema americano é campeão de audiência em fazer apologia as drogas, pela ordem: cigarro, àlcool , cocaína e medicamentos…

E uma coisa admirável é a maneira deles filmarem a própria loucura de uma sociedade baseada em valores de independência que abriga o conceito de “Self-Made Man” faça-se por você mesmo.

E uma cena comum é ver o mocinho ou a mocinha entrar em uma daquelas delicatessens  e sair abraçado com uma garrafa , enrolada em um saco de papel, na maior parte das vezes, de uísque, preferência nacional e não precisamos aqui falar de marcas.

Em contra partida, em todo roteiro que o mocinho tem problemas com a bebida, mostra ele buscando ajuda em uma sala de AA, o que é uma coisa muito positiva. E podemos estender a mesma cena para as outras dependências, drogas, comida sexo…

No filme “Despedida em Las Vegas”, com o Nicolas Cage, mostra ele enchendo o carrinho do mercado com garrafas de uísque, vodca, gin e vinhos . E o final do filme é uma tragédia anunciada.

No filme “28 dias” com a Sandra Bullock fazendo o papel de uma alcoólatra, mostra toda a trágica caminhada dela até chegar em uma clínica de recuperação e 28 aqui é o número de dias de internação. Neste filme o final é feliz! 

Para a dependência de drogas  não preciso dar nenhum exemplo. Os filmes mostram o consumo de cocaína como de fosse farinha. Vide o filme “Scarface” com o Al Pacino literalmente enfiando a cara como se fosse um pudim de coco.

Para encerrar com alguma coerência volto a estória inicial contada pelo psiquiatra Jose Angelo Gaiarsa, veja  o post (Vamos falar sobre drogas?) para afirmar que existe muito mais drogas neste mundão de Deus do que presume a nossa vã filosofia.

Na comida, na bebida, na televisão com direto a concessão, e vou me limitar aos programas de auditórios, sem citar os canais religiosos para que nenhum de vocês se sinta ofendido por eu pisar em calos alheios. Enquanto não adquiri o controle emocional para operar o controle remoto fui obrigado a assistir durante anos, Silvio Santos, Hebe Camargo, Gugu e outros. Dos atuais nem vou citar porque não assisto, mas que existem, existem. Se isso não pode  ser chamado de tortura mental,  então entendi tudo errado.

Dai para o primeiro gole foi um pulo. Hoje consigo manter a devida distância dos botequins que frequentei de Segunda a Sexta. Mas para isso precisei buscar ajuda e esta palavra contem 4 verbos:  Precisar, Procurar,  Encontrar e Aceitar. Ouvido dentro de uma sala de uma  irmandade anônima que segue e aplica a filosofia dos 12 passos.

Vamos falar sobre Drogas?

(Droga é o nome genérico dado a todos os tipos de substâncias, naturais ou não, que ao serem ingeridas provocam alterações físicas e psíquicas.)

Tem uma história contada pelo psiquiatra Jose Angelo Gaiarsa que fala de uma mãe que levou a filha para consulta. E ao sair diz pra ele: – O que você botou na cabeça da minha filha? Ele responde: –  Se eu botei em 30 minutos alguma coisa na cabeça da sua filha imagine o que a Sra. não fez em 18 anos!

E aqui começo o meu ensaio sobre drogas e vocês vão perceber que vai tratar muito mais do que apenas aquela já obsoleta classificação de legais ou ilegais, leves e pesadas, sintéticas ou orgânicas.

Eu mesmo tive a minha primeira experiência aos vinte anos, com a marijuana, a ganja, a erva, a maconha no sentido mais pejorativo da palavra. Quando ouvimos maconheiro, cachacheiro e outros eiros mais, sentimos toda a carga de condenação explícita.Cheguei mesmo a afirmar publicamente que se a erva não tivesse cheiro eu fumaria todo dia.

Mas este não foi o principal motivo para eu não me tornar dependente,  já que eu tinha todo o potencial para tal. O motivo principal foi o estado de paranóia que me provocava. 

E tive a segunda experiência, desta vez, quando visitando um amigo em São Paulo, teve uma festa onde alguém me ofereceu uma “bala” que eu ingeri como se bala fosse. Me deu uma “Bad Trip”, passei a noite querendo brigar com o meu amigo, e para minha sorte minha fiel escudeira estava comigo.

Continuei então com o velho e bom vício do hollywood sem filtro que me acompanhou dos 13 aos 53 e me garantiu um Pneumotorax e um pré enfizema. E cigarro tem cheiro, não tem?

Pela ordem então o cigarro é a 1 droga que vamos falar, a começar dizendo que é tão popular,  porque resolve o problema da ansiedade mas cria dependência, sim senhor, e uma das mais difíceis de ser tratadas.

Atire a primeira pedra quem nunca fumou um cigarro na cama após o sexo, independente se foi bom ou não porque tem transa boa e transa ruim, a depender do parceiro, do seu estado de espírito; igual aos atores de cinema que faziam uma apologia total do cigarro. Lembram do cowboy da propaganda do Marlboro? Morreu de morte matada pelo cigarro e nem isso, nem o processo movido contra a poderosa indústria, a afetou. Vejam o filme “Obrigado por Fumar” é muito educativo,  tanto quanto “O Senhor das armas”

Crônica de um post anunciado na falta de título melhor.

Se o texto ficar mais longo será por conta de um jejum de alguns dias que passei fazendo a manutenção do site inserindo um conteúdo mais personalizado nas salas de Cinema e Meditação, buscando sempre atrair mais leitores do que fazer promoção de algum produto que não seja a cultura em geral, a arte em todas as suas formas. 

Mas não é desculpa. Em verdade tentei escrever sobre drogas e travei. Embora seja um tema tão banalizado precisa ser tratado com alguma profundidade para não ficar apenas na inútil discussão de ser contra ou a favor, que mais do que uma escolha pessoal passa por decisões de politica social diante da alarmante expansão desta praga nos quatros cantos do mundo. Por enquanto contentem se com uma placa:  – “Estou trabalhando nisto”.

Existe na internet um video do Gabriel Garcia Marques explicando a criação do livro “Crônica de uma morte anunciada” em que ele fala como conseguiu escrever, depois de no primeiro capítulo anunciar quem morreu, onde e quem foi o assassino, ou seja, contou o final nas primeiras linhas. Este é um dos meus livros preferidos,assim como “Ninguém escreve ao coronel”, que foi onde iniciei a jornada para chegar ao  “Cem anos de solidão” que dispensa apresentações. 

O bom de se ser um escritor amador é que você pode ir e vir por vários estilos, fazer uma pausa, tomar um café. E de repente encontrar no Google a definição de um tema, por exemplo,  (dar suas pérolas aos porcos) que além de te ajudar a abrir a mente para ( “Muito além do jardim”, conforme o belo  filme com o Peter Sellers), no meu caso, além do meu parquinho, o site, vai te ajudar com o tema das drogas. Breve em um post, quem sabe compartilhado com o público e não apenas com os seletos amigos do Face.

Ainda sobre Futebol e Política!

Alguma coisa está fora de ordem, como dizia o mano Caetano, quando um cara acorda indignado porque mandaram o técnico de seu time embora e o outro porque trouxeram de volta aquele técnico retranqueiro, por ter no currículo um Mundial de Clubes contra o Barcelona de Ronaldinho e Cia. conquistado naquele jogo de “jogar por uma bola” que deu certo porque o Yarley e o Gabiru foram competentes. Me tapo de nojo.

Isso simultaneamente e a cores na mesma semana, que a Globo News, CNN  redes abertas e fechadas cobrindo à exaustão a eleição Americana, que o cara perde mas não quer entregar a rapadura e o outro aqui não menos louco falando barbaridades .

Nestes momentos da vontade de entrar na cabine do teletransporte e sair por aí sem lenço e sem documento; como cantou mais uma vez o mano Caetano. Mas a realidade fala mais alto e me lembra que o teletransporte ainda não foi inventado. Aqueles Ubers  voadores já estão sendo testados mas para chegarem ao mercado com o preço de um fusca ainda vai demorar.

Me lembra também que existe um vírus ativo e mortal e que as vacinas ainda estão sendo testadas com todo o rigor cientifico e tendo ainda de se sujeitar as mais insanas decisões políticas.

Eu vou ficando por aqui. Meu único medo não é nem ter um Grenal na Copa do Brasil, mas ter que ouvir o Renato Gaúcho com toda aquela humildade dele na coletiva depois do jogo.

Pra todo mundo ficar feliz, o Inter leva a Copa do Brasil,  o Flamengo o Brasileirão e os Azuis a Libertadores.

O Cinema

O Cinema

Antes de penetrar diretamente no tema, vamos antes às preliminares, aquele aquecimento que todo atleta exercita, seja na academia ou campo aberto. Aqui no caso vamos chamar de breve introdução, onde o autor situa o leitor sobre, onde, como e quando os fatos aconteceram para que um mínimo de verdade sustente a narrativa.

Na cidade portuária de Rio Grande, já cantada em prosa e verso, no livro (Canção para Iara, disponível no site da Amazon  no formato físico e Ebook), existiam 4 cinemas. O Sete de Setembro, o Avenida, o Carlos Gomes e o Glória, que era vez e outra palco de shows musicais.

As matinés de domingo com os seriados de Nioka,   a rainha da selva, os dois Zorros; o do Tonto e o de capa e espada, Tarzam, Ivanhoé e Guilherme Tell já na Televisão em Porto Alegre. O cinema Teresópolis que era mais perto que os do centro, e todos exibiam os últimos sucessos em cartaz. Os filmes do James Bond e outros.

O meu upgrade se deu mesmo nos anos 70 no Rio de Janeiro assistindo todos aqueles filmes de papo cabeça daqueles diretores incensados pela critica: Fellini, Bergman, Godard. Kurosawa; e a gente saía do Cinema Um na rua Prado Junior, em Copacabana e o Paissandu no Flamengo e ia pro bar discutir os filmes.

Para mim foram os anos (60)dourados em termos de criação cultural. Cinema, Teatro, Música e Literatura

Conforme prometido vou apresentar no meu tempo a minha lista sem pretender subestimar o gosto de cada um. O Projetor está na Sala de Cinema, e a vantagem deste cinema virtual é que você pode esparramar pipoca, derramar refrigerante na poltrona, fazer barulho com o papel de bala ou do amendoim, pode inclusive dar uns amassos na namorada, esposa, sem que ninguém chame o Lanterninha para restaurar a ordem na sessão. E embora a OMS advirta, não é proibido fumar.

O Céu é o limite!

O autoconhecimento não tem limites. Disse alguém em um livro destes de auto ajuda e eu estou repetindo agora e não é para encher linguiça ou apenas cumprir a meta das 10 linhas para que sua redação seja aprovada; ou ir para o prelo, o blog, o distribuidor depois de passar pelas mãos do revisor e o ok do Editor que zela pelo conteúdo.

O céu é o limite é outra expressão que se ouve muito e significa a mesma coisa.

Conhecer nossos limites físicos, emocionais, psicológicos e espirituais. É disso que se trata.

Quantas histórias já ouvimos e vemos diariamente na TV, Internet, de homens e mulheres que romperam seus limites de uma maneira quase sobrenatural e nem vou mencionar aqueles com alguma deficiência física que fazem a gente se envergonhar por ter dois braços, duas pernas e viver se queixando por isso e por aquilo.

Isso não quer dizer que qualquer um pode sair por aí querendo disputar uma maratona, encarar uma piscina olímpica e ou participar de um triatlo; pedalar, correr e nadar, não necessariamente nesta ordem. Você precisa estar preparado e  ter feito um treinamento  de preferência com  a supervisão de um profissional, à exceção de alguns autodidatas, como os quenianos por exemplo .

Estou a caminho. De um jeito ou de outro chegarei lá. O Andar de cima.

No momento estou feliz e satisfeito em conseguir superar a barreira dos 150 caracteres em um Post. Não tenho, não gosto, mas não tenho raiva de quem usa o Twitter. O Face me basta, para publicar, copiar, colar e compartilhar. E O Zap para aquela comunicação, tipo miojo, instantânea, entende?

O Futebol

Ao entardecer dos domingos com o pôr do sol refletindo no Guaíba, escutar os comentários do “Professor” Ruy Carlos  Ostermann   sobre o jogo terminado, campeonato Gaúcho, dominado pela dupla Grenal que acabava invariavelmente decidindo entre si o título, era uma verdadeira aula de filosofia. E o próprio era professor de filosofia, daí o apelido. As rádios dominantes eram a Gaúcha e a Guaíba e os radinhos de pilha os veículos. Televisão era televizinho mesmo e em preto e branco. Tv Piratini. As cores chegaram em 1962 com a copa do mundo do Chile que não era ao vivo. Tinha o delay de um dia. Os rolos dos filmes vinham via Varig.

Toda esta introdução poética para descrever a minha visão do futebol, até onde minha vista alcançou, dentro e fora das 4 linhas.

Começando pelos pampas, sempre que tinha jogo da dupla Grenal contra o Santos, quando o Pelé, que já era Rey, aparecia descendo a escada do avião, todo mundo já sabia que a derrota estava decretada.

Demorou um pouco para a dupla Grenal se estruturar, assim como a dupla mineira Cruzeiro e Atlético e passar a jogar de igual contra os times paulistas e cariocas, em casa ou na casa deles.

No Sul, os times de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, “Juventude”, “Caxias”e “Esportivo” começaram a fazer frente contra a dupla Grenal.

A copa de 1970 foi o apogeu desta evolução.

Consultando hoje a Wikipédia, a mãe de todas as memórias, fiquei sabendo que o “Professor” Ruy Carlos Ostermann, continua vivo e ativo e que escreveu dois livros sobre a dupla Grenal, revelando assim toda a sua imparcialidade: – 1 – “Meu coração é vermelho”  para os colorados e 2 – “Até a pé nós iremos” para os azuis.

Tive o privilégio de ver jogar: Pelé, Garrincha, Gerson, Jairzinho, Rivelino, Dudu e Ademir da Guia, Tostão e Dirceu Lopes, Zico, Adilio, e Junior, Falcão e Carpeggiani, Maradona, Riquelme, Platini, Cryff, Platini, Messi, Cr7 e Neymar, os novos príncipes deste reino mágico. Os goleiros: Manga, Leão, Raul, Félix, e Gilmar

Um dos pontos altos da minha carreira no futebol, foi quando após um jogo no Campo da Figueira, palco de grandes peladas, daquelas de cinco pra cada lado, e um no gol; apareceu um olheiro do Esporte Clube Cruzeiro, da Capital e convidou a mim e mais 3 para fazer um treino profissional. Declinei porque precisava jogar de chuteira e eu só sabia jogar descalço. De qualquer modo me senti honrado com o convite.