Tinha jurado a mim mesmo que não falaria mais em minhas crônicas no Correio da Tijuca, de futebol, política e religião, não necessariamente nesta ordem.
Ainda bem que posso voltar atrás. E reconhecer que ao limitar esses temas, Limito também o interesse e o alcance, do meu público alvo, reduzido hoje ao grupo da família e amigos, que já conhecem o meu ritmo, que é lento e instável. Como disse uma vez, se eu não fosse o editor do Correio da Tijuca, já teria me demitido.
No dia 16 de agosto começou oficialmente a temporada de Caça aos votos dos eleitores para eleger deputados, governadores, senadores e presidente.
Nada de novo no front. Os mesmos rituais! Pessoas exibindo na rua em pontos estratégicos, bandeiras dos partidos com foto dos candidatos e números da legenda. E distribuindo santinhos nas estações de trem e metrô onde circulam a grande massa trabalhadora. Na tv , a propaganda gratuita. Os programas populares exibindo e comentando as enquetes públicas, de renomados institutos de pesquisa, como Data Folha, IPEC (antigo IBOPE), alguns já sugestionando os incautos eleitores.
Claro que , ao fim e ao cabo, quando forem divulgados os resultados das urnas, em primeiro ou segundo turno, O candidato a presidente que ganhar vai celebrar em grande comício com o partido e seus eleitores. O que perdeu vai pedir recontagem de votos se a margem da diferença for pequena.
E agora chegamos ao x da questão:
Não vai ter mais a mesma importância se foi a situação ou oposição, a direita ou a esquerda, que ganhou!
O Centrão, está entidade que sempre existiu camuflado e que hoje ocupa sem nenhum pudor, o poder nas casas do povo, vai continuar a ditar as regras, definindo orçamentos e destinando emendas parlamentares, obedecendo sempre o poder das bancadas.
Vi ontem mesmo em uma destas pesquisas, que o índice de rejeição para presidente está perto dos 50%. Muito por conta da corrupção escancarada em torno dos candidatos.
A minha humilde contribuição para mudar esse curso é sugerir a criação de uma Escola de formação de Políticos. Difícil vai ser encontrar um corpo docente com espírito imparcial, mente aberta e boa vontade, mas existe muita gente boa neste Brasil afora.
Aos incautos eleitores como eu sei que os Políticos são uma classe que só fazem leis em prol do seus próprios interesses, neste caso suas Mordomias só aumentam e a nossa responsabilidade esse ano e modificar pelo menos 70% destes Senhores Políticos Profissionais onde a sucessão e de pai para filho.
Boa Tarde Claudio!
A realidade é essa mesmo.
Vamos torcer para que apareça gente
com mais boa vontade.
AbraΩços!
Adolfo