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As 10 Pragas do Egito

Quem viu o filme “Os 10 mandamentos”,  e quem não viu pode ver hoje no Youtube, a história que narra desde o nascimento de Moisés até o “Êxodo”,  a saída do Egito quando o faraó se rendeu às 10 pragas e assim mesmo ainda perseguiu com seu exército o povo Hebreu até o mar mediterrâneo e foi quando Moisés vendo que os passaportes não seriam concedidos, disse a famosa frase que abriu um corredor no mar: – Abre-te Sésamo.


Segundo fontes confiáveis,  as 10 pragas foram encomendadas por Moisés,  num papo reto com o Criador,  que as despachou em sequência começando por transformar a água em sangue, a dos gafanhotos, dos mosquitos e a dos primogênitos,  seguidas de outras seis que vocês podem consultar no Google.


O que deixou o Faraó enfurecido,  foi descobrir que havia um poder muito maior do que o dele,  sobre o céu e a terra e que os hebreus estavam sob o seu manto de proteção, e talvez tenha nascido aí este rancor estrutural contra o povo Hebreu, e a história nos mostra que é um ódio recorrente e que ainda pode ser identificado nos dias de hoje.

Tudo isso para fazer uma analogia com as 2 maiores pragas que assolaram a humanidade: – A gripe Espanhola e a atual Covid 19,  que nos deixa impotentes e assombrados pelo medo,  contemplando um contador digital onde os números são progressivamente atualizados.

Não interessa aqui procurar saber quem encomendou, qual é o Faraó de plantão, o que precisamos aceitar é que esta praga não escolhe branquinho de direita,  de esquerda ou do centrão que fazem parte da grande maioria silenciosa.

Mais do que corpos, vidas estão sendo interrompidas e enterradas na vala comum.

Por: adolfo.wyse@gmail.com

Aniversários

Há um tempo e,  não precisamos aqui mencionar o século, vamos chamar de anos dourados,  quando um paisano está em sua melhor forma, na juventude,  a celebração do aniversário vinha precedida de toda aquela ansiedade que começava na hora de convidar a turma, definir o cardápio onde não faltava o clássico cachorro-quente (Naquele tempo não havia os hambúrgueres) e o grande sucesso que era aqueles palitinhos (que a gente chamava de sacanagem – um queijo, um presunto e uma azeitona no meio), e as bebidas conforme a faixa etária, e aquela lei de proibir bebidas alcoólicas para menores de dezoito anos, era desrespeitada à luz do dia sem que ninguém se incomodasse ao ponto de denunciar para o juizado de menores.

Não no meu caso que já começava a sofrer por antecipação,  afinal eu não estava na minha melhor forma, e o que outros viam como dourado eu enxergava cinza chumbo, pois a síndrome do copo meio cheio, copo meio vazio, já se instalará em minha alma, e seria estendida por aquelas outras datas festivas como, ano novo, carnaval. Ou seja: Eu já estava ruim da cabeça e doente do pé.

Mas se vocês estão lendo isso hoje, ao contrário daqueles filmes onde alguém que morreu de morte matada, deixa um vídeo gravado com a clássica introdução: se vocês estão vendo este vídeo, é sinal de que eu estou morto… Então,  eu estou muito vivo graças a Deus, e a minha ansiedade hoje é daquele tipo citada acima no primeiro parágrafo; a minha pareja faz aniversário dia 21 e eu escrevi um texto lindo que não posso mostrar agora para não quebrar o encanto.

Sem falar na emoção que vai ser quando chegar a hora do bolo e do guaraná,  que para mim,  diabético tipo 1 controlado, equivale a champanhe, aquela de todos os preços que circula com fartura, principalmente no ano novo.

E a cereja do bolo vai ser ouvir a Xuxa puxando os parabéns e todo mundo gritando: Ahá! Uhu! Tânia eu vou comer teu bolo!

Por: adolfo.wyse@gmail.com

Caixa de Entrada – Comentários.

Após ser aconselhado pela minha nova consultora de marketing digital que acabou de ser contratada para o cargo de modo vitalício, e como a empresa aqui é apenas um site sem fins lucrativos, não se aplica o conceito de nepotismo, por ela ser minha mulher; resolvi abrir novamente a caixa de entrada para comentários,

Ela me disse: – Se você habilitar apenas o e-mail para receber os comentários,  só você vai ter acesso ao conteúdo,  enquanto se você abrir os comentários eles terão um grande poder de divulgação,  ou seja,  teus leitores ao comentar vão chamar a atenção dos amigos e assim se dá a multiplicação dos peixes, de boca em boca, de rede em rede.

Eu levo muito a sério esta coisa do Público e privado. Assim quem quiser comentar anonimamente sem revelar nome e e-mail,  o faça pelo meu Gmail ao pé dos artigos.

Os demais podem usar o “Deixe aqui seu comentário”. Também ao pé do artigo, se fosse uma página, seria rodapé.

Por: adolfo.wyse@gmail.com

Novos Sonhos

No primeiro sonho Dr., era um vídeo postado por uma mulher  suspendendo um bebê numa cadeirinha através de dois cabos, que não eram cordas, nem de aço, com uma roldana.


O segundo teve dois atos. No primeiro,  dentro de uma sala escura eu tentava identificar,  igual aqueles reconhecimentos policiais,  apenas sem a parede de vidro, e os elementos não estavam  juntos,  perfilados; apareciam um de cada vez,  e no fim,  identifiquei pela expressão facial quem estava sabotando a minha sorte. No segundo ato eu tentava voltar a sala mas havia uma barreira na portaria na altura dos meus ombros e de repente uma porta lateral de garagem se abriu e eu perguntei ao porteiro: – Posso entrar por ali?

No terceiro eu estava na parte de um restaurante com mesas ao ar livre onde tinha ido encontrar um amigo. Quando eu cheguei ele estava tirando umas medidas de uma mesa com um metro dobrado em retângulo que ele movia e marcava os pontos. Em uma mesa ao lado havia uma mochila marrom cheia . Nos despedimos e ao sair peguei a mochila que estava leve e pensei: – Eu não uso mochila!


Desci então uma rampa ao lado que dava para uma estação de metrô,  que estava lotada com uma fila em espiral e a todo momento chegavam Papais Noeis de todos lados. Foi quando lembrei que estava sem bilhete do metrô e as minhas opções eram encarar a fila ou sair da estação e pegar um ônibus. Foi quando fui olhar a carteira com o dinheiro e vi com alegria a minha carteira de gratuidade do metrô. E acordei.

Por: adolfo.wyse@gmail.com

Vale quanto Pesa

Todos nós já nascemos com um número de série embutido no DNA que vai nos classificar por categorias de gênero,  de peso,  de altura e de cor. E apesar de então começarmos a ser etiquetados,  rotulados com etiquetas com códigos de barra impressos em 3d , não é o que nos define.

Vamos formando nossa identidade, à medida que vamos deixando de ser o filho da fulana,  o irmão do sicrano,  o marido da Maria,  o pai do Júnior. Vocês conhecem algum nome de mulher que tenha o Júnior acoplado?.  Devia ter,  afinal se o significado de Jr é o filho do pai, também a filha merece o adendo.

O que vai nos definir e entrar no nosso currículo espiritual, será o atestado, não aquele de bons antecedentes, mas o aval,  de quem conviveu no dia a dia,  no seio familiar,  escolar e  no trabalho que vão avaliar a partir de seus conceitos pessoais,  e alguns baseados em um código moral de conduta,  que vamos combinar, tá mais ultrapassado que o código de Hamurabi.

O Que nos define então,  é o Caráter?

Fulano é um bom caráter. Sicrano é um mau caráter! Hoje acredito que nossas boas ações é que vão pesar na balança na hora do julgamento final. E aí dependendo da avaliação da comissão julgadora, com 10 jurados, cada um no seu quadrado, isto é, cada um julgando o seu quesito  para passarmos pra próxima fase,  qui nem nos jogos de vídeo game,  vamos ganhar créditos para a próxima fase,  para não usar a palavra reencarnação,  que devemos evitar para não ofendermos crenças alheias, embora o tema esteja presente em todas as doutrinas.

Já ouvi muita gente boa,  quer dizer,  de classe média alta,  o que não nos garante idoneidade nenhuma,  não é verdade ?,  dizer que fez regressão e descobriu,  se for mulher,  que era uma princesa empoderada, a rainha da bateria, da corte e coisa e tal.

Todos os homens também tinham uma linhagem nobre . Nenhum deles se reconheceu,  pertencendo a uma casta mais inferior . Depois disso desisti de me aventurar a descobrir minhas vidas passadas. Vai que…

Por: adolfo.wyse@gmail.com


O Amor é a Resposta

A sentença que começamos a ouvir,  quando nos foram introduzidas as primeiras aulas de catecismo : – Do pó viemos e ao pó voltaremos – teria uma conotação muito mais leve e de fácil digestão,  se fosse traduzida por: – Do Amor viemos e ao Amor voltaremos.

Alguns gênios da humanidade,  da ciência, de todas as artes, principalmente da Música e  Literatura já nos responderam todas aquelas inevitáveis perguntas: – Os comos e os porquês  que vão nos conduzir individualmente a jornada do herói,  pessoal e intransferível em busca de si mesmo, do quem sou, e qual é o meu lugar no mundo.

A primeira vez que eu ouvi uma fala de Dylan que disse: – “Os grandes ditos foram ditos,  os grandes livros foram escritos. Eu só quero cantar uma canção sobre o que se passa por aqui”
– Aquilo então que tinha batido como uma verdade definitiva e eterna me levou a refletir: – Os grandes ditos foram ouvidos? –  Os grandes livros foram lidos?

E quantos livros  foram escritos e canções foram  criadas desde então?
E cada um aqui pode traçar a sua timeline.


Neste exato momento livros estão sendo escritos. Canções sendo compostas e algumas antigas sendo cantadas,  para que daqui a dez anos estejam na playlist das crianças que estão nascendo agora.

Se vocês observarem bem,  isto é,  rolar o mouse mais lentamente na hora de ler os artigos do Blog – Sala de redação,  vão ver que volta e meia eu cito uma música , um livro ou um filme.

Além da função de ilustrar e enriquecer o texto, estou mostrando o meu caminho na busca deste amor,  através da beleza da natureza, dos livros, das canções,  como por exemplo:
– “Los Hermanos” de Atahualpa Yupanqui  e “Gracias  à la Vida” de Violeta Parra,  dois hinos de amor.

Por: adolfo.wyse@gmail.com

100

Resisti à idéia de republicar hoje o primeiro post de 03/04/2020 com o título “Linkar – Verbo de ligação”, para celebrar este número mágico e Cabalístico, múltiplo de 10 que é o número mais Cabalístico . Não vou pretender aqui falar sobre a Cabala, até porque, além de não saber nada a respeito, é um estudo que no mínimo exige ler em Hebraico Arcaico , aquele antigo falado pelos Hebreus e Egípcios o que é quase como decifrar Hieróglifos.


Nunca estabeleci metas,  números a serem alcançados,  até porque não trabalho por produção,  e não ambiciono mais ter o meu retrato na parede como funcionário do mês. Agora se o fotógrafo da Times me procurar para uma foto de capa… .E por isso a coisa fluiu e seguiu o seu curso.

Mais pra frente vou fazer uma consulta pública,  isto é,  entre os meus queridos leitores do Facebook incluindo os familiares,  confiando aos seus elevados sensos  críticos a tarefa de eleger os melhores posts /  artigos que vocês gostaram e merecem fazer parte de uma antologia. Não estou pedindo aqui, mãozinha aplaudindo, coraçãozinho , sinal de positivo ou de like. Elejam os que mais gostaram, e porque gostaram e me mandem pelo email abaixo.

A idéia de chegar aos 1001 artigos é baseada conscientemente no livro “As 1001 Noites” que antes de existirem estas séries modernas ja era contada em episódios e era apenas uma longa temporada com 1001 noites de duração.

Encontrei o Tom. Continuo procurando o Jerry que como nós todos aprendemos vendo os desenhos,   é o contraponto,  o vilão tão necessário para que exista mocinho,  no caso o Jerry, para que a ação aconteça.

Estou lendo um livro que poderia estar contido dentro do 1001 noites.
Não senti aquela emoção que eu senti lendo outros livros. Me peguei lendo o livro,  buscando muito mais a estrutura narrativa,  a construção dos parágrafos e observando os diálogos. O livro é muito bem escrito e apesar da história ser tão banalizada nos dias de hoje , narra a fuga de duas famílias refugiadas da Síria  em busca da terra prometida. Não cheguei ainda ao final,  mas fico torcendo para que cheguem aqui na Terra Brasilis,  Terra acolhedora de imigrantes de todas as nações. Acredito mesmo e vou fazer uma petição coletiva,  igual a estas que rolam na internet,  para que a sede das Nações Unidas seja transferida para cá!


O nome do livro é: – “O Mapa de Sal & Estrelas” de (Zeyn Joukhadar)

Por: adolfo.wyse@gmail.com

Um dia de Cada Vez

Desde o dia,  em que um amigo meu,  me confessou ter encontrado uma nova maneira de pensar e de viver,  através da prática do programa de 12 passos,  utilizado por todas as irmandades anônimas ao redor do mundo,  como o Alcoólicos , Narcóticos, Neuróticos, Jogadores  e outras,  afinal existem para todos os tipos de adicção , eu passei a empregar o conceito filosófico embutido na sabedoria do programa que prega em sua essência, viver um dia de cada vez.

É quase mágico,  o efeito sobre nós quando o peso da culpa de ontem e a  ansiedade nossa sobre o dia de amanhã desaparecem. Embora as 24 horas do dia vão continuar as mesmas,  passamos a ter a sensação de que sobra tempo sem que nenhuma tarefa tenha que ser procrastinada ou empurrar com a barriga qualquer problema.

Passamos então de um estado de espírito negativo para um positivo
como no exemplo abaixo:

Meu amigo me disse: quando eu  paguei a primeira prestação de um empréstimo  contraído em sessenta meses, cheguei no grupo e falei: – Ainda faltam 59. Um membro mais antigo e experiente me disse: – Você está falando errado. Não é, AINDA FALTAM,  mas sim,  SÓ FALTAM 59.

E com isso nossa estima passa de baixa para alta, o que,  vamos combinar,  é um grande salto em nossa qualidade de vida e a nossa adicção , seja de que natureza for vai deixando de nos assombrar e vamos ficando mais livres de nossa dependência.

Para quem conhece o programa e as expressões usadas “Tamo Junto”,  “Só por Hoje” vai sacar que este meu amigo oculto se parece muito com aquele amigo imaginário que nos acompanhou durante um tempo da nossa infância.

Por: adolfo.wyse@gmail.com

Sonhos

Ultimamente,  e não posso precisar se de dois meses até hoje,  tenho sonhado diariamente como se estivesse em uma peça de teatro em 3 atos, mas cada ato uma estória com personagens e cenários diferentes. Estou e sou o autor e diretor de todos eles.

Acho que este formato em 3 tempos começou a ser formatado depois que comecei a escrever o Blog  com 3 parágrafos e por conta também das tirinhas com 3 quadros que copio, colo e compartilho no Face.

Mas aí,  como disse tão bem o Chico Buarque na música “Notícia de Jornal”, a notícia carece de exatidão,  porque o Blog completa neste mês de março 1 ano de criação, e com este 98 artigos publicados.

Claro que nesse período todo,  anterior  ao sinalizado,  eu  sonhei. Todo mundo sonha,  a diferença é que as vezes lembramos e outras não,  o que nos leva a teoria do Dr. Freud,  que existe uma razão de ser que explica está luta diária entre o consciente e o inconsciente.

Diante deste pesadelo coletivo que estamos vivendo, todos nós gostaríamos de acordar e ver que foi apenas um pesadelo e apesar de durar 365 noites, passou, e podemos voltar agora a nossa principal e essencial atividade humana. Viver. Viver para amar, comer,  rezar e sonhar .

por: adolfo.wyse@gmail.com

Educação Financeira

Essa mania de perguntar o preço é coisa de gente pobre,  como diria o Caco Antibes,  para quem não associa o nome a pessoa,  é o personagem de Miguel Falabella no programa humorístico “Sai de Baixo” quando se podia chamar pobre, de pobre, sem ser politicamente incorreto.

Mas não é,  só coisa  de gente pobre não! Tem muita gente por aí com dinheiro que pergunta o preço simplesmente para não ser surpreendido por uma conta super faturada e porque teve uma boa educação financeira e aprendeu que dinheiro não é capim e não dá em   árvore.

Eu mesmo,  que tive uma péssima educação financeira,  fui aprendendo com outras pessoas que não é vergonha perguntar o preço, rachar a conta no restaurante , principalmente quando naquelas mesas com doze pessoas , tem uma,  que escolheu o prato mais caro ou pediu um uísque de 18 anos,  enquanto o restante pediu a promoção do dia e bebeu uma Coca-Cola ou um chopp.

No começo me irritava muito na hora da conta. Aos poucos fui me acostumando e hoje não me incomodo quando me pedem para fazer a divisão.

Pedir quentinha então para levar o excedente de comida que sobrou nas travessas nem pensar. Até o dia que me disseram que nos EUA era tão comum, isto é, tão natural que você não precisa nem pedir, O garçom ou garçonete já perguntam: – Vai levar a comida pro cachorro? (Bag Dog)

Uma vez eu estava em São Paulo fazendo um estágio para aprender algumas rotinas para serem implementadas na agência do banco no Rio e tive que levar um envelope com documentos para o meu cunhado que estava hospedado no hotel Sheraton.

Saí do banco, fui para um hotel de quinta categoria na Praça da Sé, que como único benefício me permitia ir a pé para o trabalho. Cheguei no Sheraton por volta de 7 horas da noite,   interfonei para o quarto e meu cunhado me disse que ia demorar para descer.

Juntando então a fome com a vontade de comer, unir o útil ao agradável,   subi para o restaurante do hotel no terraço. Coisa fina.
Pedi uma meia garrafa de vinho Chateau Duvalier, um filé aperitivo que era o que o meu orçamento comportava. Quando a conta veio , mantive a pose e paguei com um cheque. Os ticktes alimentação no meu bolso se sentiram deslocados.

Foi o filé aperitivo mais gostoso que eu já comi.

Por: adolfo.wyse@gmail.com