O Reino de ID

No reino de Id, como em qualquer reino de fantasia ou não, todos os personagens são importantes e cumprem seus papéis e funções dentro da estrutura social normalmente apresentada em um organograma com a forma de uma pirâmide.

Como em todo reinado a monarquia é o regime vigente desde mil novecentos e antigamente,  e o rei é eleito por ordem de sucessão,  o filho mais velho primeiro e ou a filha,  no caso da Rainha Elizabeth que está firme e forte sustentando a coroa.

No caso de Id, este reino imaginário, foi construído aos poucos, com a criação dos personagens por ordem de entrada em cena.

O rei foi o primeiro. Um cara baixinho e por isso com um complexo de inferioridade muito grande, que ele compensa sentado em um trono alto, e com tirania e violência contra o povo.

O segundo foi o mago,  Wiz , que na verdade é o mais poderoso do reino, que tem no seu laboratório no porão de casa, um caldeirão onde vive um Espírito, que torna realidade todos os seus feitiços, e  que vez por outra falha, e emite notificações: – Conexão em progresso, atualização do sistema em andamento.

O terceiro é Bung,  o bobo da corte, que é alcoólatra por conta da convivência diária com o tirano.

O quarto é Sir Rodney, um cavaleiro sem coragem nenhuma.

O quinto é Spook, o prisioneiro que vive na masmorra desde os primeiros dias do reino com seu fiel carcereiro,  porque chamou o rei de tirano. Sua rotina diária é cavar tuneis para escapar.

Tem um advogado sem princípios morais chamado Larson E., e um conselheiro que vive cortejando a Gwen, que só tem olhos para Sir Rodney, que nunca se decide.

Tem e não poderia faltar,  o povão da cidade e dos campos.

E o reino vive sempre com os Hunos cercando e tentando invadir o castelo.

Branch e Gwen são as personagens femininas. Branch é a mulher do Wiz. Gwen é a princesa apaixonada por Sir Rodnei.

PS: o rei não tem uma rainha e mandou a rainha mãe para O exílio.

Wiz tem um pet que é um dragão chamado de Henry.

Os criadores são: Johnny Hart e Brant Parker e as tiras apareceram pela primeira vez em novembro de 1964.

Por: adolfo.wyse@gmail.com

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