Tanta gente do nosso tempo, da nossa geração, a turma nascida em 1950, que a gente só veio a conhecer, quando se destacou em alguma área e mereceu o destaque nas mídias, ou quando morreu e teve o mesmo destaque, com alguém tecendo aqueles elogios pela vida e pela obra.
O conceito pode ser aplicado a qualquer turma e época. Ontem mesmo, passeando pela TV, assisti meio tempo da decisão da Liga dos campeões, vi dois episódios de uma série, assisti um quarto dos playoffs da NBA e zapeando fomos agraciados com um documentário no canal Arte 1 sobre a vida de Pablo Casals, um dos maiores violoncelistas, do mundo. Que dedicou a sua vida a levar a música de Bach para melhorar a harmonia entre os Povos. Mas que lutou e resistiu bravamente aos regimes de Franco, Mussolini, Stalin e Hitler. Morreu em 1973 com 97 anos.
Como eu disse era de outra turma, e que só vim a conhecer ontem e olhem que a TV já era a mídia dominante em 1973. Passou a ser da minha turma no momento que me inspirou, a muito mais do que escrever este post.
A palavra resistência do título é totalmente dedicada a ele. A Paz e a Guerra, que parecem gêmeas siamesas, são dedicadas a Liev Tolstói, autor de “Guerra e Paz”, um tratado de 1225 páginas sobre as guerras Napoleônicas na Rússia.
Já ouvi falar e custo a acreditar, que as guerras fazem parte de um plano maior de controle populacional. Mas o papo mais furado mesmo, é o argumento de que as guerras existem para promover a Paz.